sexta-feira, 20 de maio de 2011



Estudo aponta que café reduz risco de câncer de próstata
Pesquisa da Harvard School of Public Health diz que, para reduzir risco do câncer, quanto mais café, melhor

Homens que bebem seis ou mais xícaras de café por dia apresentaram uma redução de 60% no risco de desenvolver um tipo extremamente letal de câncer de próstata, e uma redução de 20% no risco de sofrer com qualquer tipo de câncer de próstata em relação a homens que não consomem a bebida. Até aqueles que bebem apenas entre uma e três xícaras por dia já se beneficiam com uma queda de 30% do risco de ter o tipo mais letal do câncer de próstata.

— Poucos estudos analisaram especificamente a relação entre o consumo de café e o risco de câncer de próstata letal, a forma mais violenta da doença, que é praticamente impossível de prevenir. Nosso estudo é o maior até hoje a examinar se o café é capaz de reduzir o risco de câncer de próstata letal — destacou Lorelei Mucci, professora de Harvard e principal autora do trabalho.

Segundo os pesquisadores, os efeitos são os mesmos para o café descafeinado, o que leva a crer que o benefício está associado às propriedades antioxidantes e antiinflamatórias do café.

O câncer de próstata é a forma mais comum da doença diagnosticada anualmente entre os americanos, e as estimativas calculam que um em cada seis homens terá câncer de próstata ao longo da vida nos Estados Unidos.

Os principais fatores de risco associados à doença são as dietas ricas em gordura, consumo exacerbado de álcool e a exposição a produtos químicos, além da hereditariedade.

O estudo acompanhou 47.911 homens, que forneceram aos pesquisadores informações sobre seus hábitos de consumo de café entre 1996 e 2008. Ao longo da pesquisa, 5.035 deles desenvolveram câncer de próstata, incluindo 642 casos letais.

terça-feira, 3 de maio de 2011

terça-feira, 19 de abril de 2011

Feliz Páscoa!!!!!


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Via Fórmula!!!!!!

      INTOLERÂNCIA AO GLÚTEN: SAIBA MAIS

Entenda como os celíacos podem diagnosticar e tratar a doença
Apesar de não existirem dados oficiais, estima-se que há cerca de 300 mil celíacos no país, de acordo com a Associação de Celíacos no Brasil (Acelbra). Um estudo recente feito pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) mostrou que na capital existe ao menos um celíaco para cada grupo de 214 pessoas. A doença é caracterizada pela intolerância ao glúten, presente em alimentos como trigo, centeio, cevada, malte e aveia. Ao ingerir esta substância, o organismo se autoagride e causa irritação na parede do intestino delgado e lesões intestinais, prejudicando a absorção de nutrientes. De acordo com o cirurgião do aparelho digestivo Evandro Pinheiro, é preciso atenção ao diagnosticar o distúrbio.
"A doença celíaca apresenta uma variedade de sintomas, como diarréia ou prisão de ventre, falta de apetite, emagrecimento, cansaço, fadiga, flatulência, dor abdominal, náuseas, vômitos e até sintomas depressivos, como ansiedade. Em alguns casos o paciente pode ter dores nas articulações, alteração no esmalte dentário, artrite e raquitismo. Nas mulheres, é possível que ocorram atrasos na menstruação, menopausa precoce ou diminuição da fertilidade. Nos homens, pode acarretar uma diminuição na quantidade de espermatozóides. Como muitos destes sintomas não têm ligação com a parte intestinal, eles acabam sendo relacionados a outros problemas de saúde e podem atrasar o diagnóstico correto", explica o médico, que trabalha no Hospital 9 de julho, em São Paulo.
É comum que a doença celíaca apareça na infância e, caso não seja controlada precocemente, pode gerar um déficit de crescimento. Como é uma alteração genética, não existe cura para a intolerância ao glúten e o distúrbio pode persistir ou reaparecer na adolescência e idade adulta, principalmente antes da gestação e, alguns casos, na terceira idade. Ele é caracterizado pela forma clássica, quando os sintomas estão latentes, ou não-clássica, quando o organismo do paciente não sinaliza alterações. Se não for controlada, a forma mais grave da doença celíaca leva à desnutrição e a consequente morte do paciente.
DIAGNÓSTICO PRECOCE É A CHAVE PARA A PREVENÇÃO
Segundo o especialista, é fundamental expor todos os sintomas para que o médico consiga chegar ao diagnóstico correto. Um dos primeiros passos é fazer exames físicos que detectem alterações dermatológicas ou nas unhas. Além disso, hemogramas, e avaliação nutricional e do intestino também podem ser eficazes para descobrir o distúrbio celíaco. Ainda podem ser feitos testes sorológicos e provas de absorção intestinal e da lactose - proteína presente no leite.
"O paciente desinformado começa uma peregrinação nos consultórios. É importante conhecer a doença para suspeitar dela. Nesse sentido, o exame mais importante é o "padrão ouro", onde é feita uma biópsia, por meio de endoscopia. São retirados fragmentos da área lesionada do intestino e depois é feito o estudo do tecido dessa amostra. Vale lembrar que a única forma de prevenção é detectar precocemente", esclarece o cirurgião.
COMA BEM SEM GLÚTEN
Já o tratamento em pacientes celíacos depende do grau da lesão intestinal de cada um e pode ser feito em três etapas. A primeira impõe uma dieta isenta de glúten, substituindo esta proteína por fubá, amido de milho, creme de arroz, polvilho e farinha de mandioca. Também não é indicado o consumo de leites e derivados. "Nessa fase, o objetivo é recuperar a saúde do intestino de modo que a absorção dos nutrientes normalize. Por isso é importante que a pessoa tenha uma alimentação rica em óleos vegetais, gordura de coco, proteínas animais, legumes e frutas com poucas sementes e bagaços", ensina o especialista.
À medida que há controle dos sintomas, o paciente passa para a segunda fase do tratamento. Nesse caso, a alimentação é reintroduzida progressivamente, permanecendo somente a isenção total de glúten. Por fim, a última etapa preza pela manutenção dessa dieta, sem uso de glúten pelo resto da vida. "Quanto mais informações você adquire, melhor. Esse paciente precisa de cuidado e atenção para que não viva uma rotina limitada. Mães que têm filhos celíacos devem preparar alimentos caseiros e isentos de glúten para os pequenos levarem à escola, por exemplo. É possível fazer uma dieta gostosa, barata e que dá resultado", sugere.
Apesar da restrição alimentar, é possível viver bem com a doença. Muita gente ainda torce o nariz para esse tipo de produto, mas os alimentos livres de glúten podem ser saborosos. Pensando nisso, algumas empresas, padarias e restaurantes vêm se dedicando à produção de pães, torradas, biscoitos, bolos, cupcakes, massas e até cerveja sem glúten.
"Vale lembrar que nossa alimentação básica durante muito tempo derivou da cultura indígena, que é enriquecida pela utilização de ingredientes como o milho e a mandioca, ambos sem glúten. Com a chegada dos portugueses ao Brasil o trigo foi introduzido à mesa e nos acostumamos ao sabor das receitas elaboradas com o novo ingrediente".

segunda-feira, 21 de março de 2011


Butiazal - Essência para Cura da Alma

A grande fonte de inspiração das essências é o Butiazal - um santuário exótico da natureza - localizado no município de Tapes - RS, este Butiazal parece estar deslocado do cenário do Rio Grande do Sul, como "uma terra estranha". A vegetação lembra um lugar de clima tropical e é composta prioritariamente de butiás permeados de cactos. Em alguns pontos também encontramos árvores nativas como guajuviras e figueiras. Nos pés de butiás temos, vivendo em bela harmonia, samambaias, bromélias e orquídeas nativas. No verão, do solo arenoso, parece brotar um calor senegalês.
Próximo ao butiazal encontramos outro local de grande poder energético, um capão (mata sobre uma elevação). O capão tem como características estar sobre um maciço rochoso, é uma mata muito antiga que está evoluindo e se transformando. Este capão é apontado pela população local como um lugar "mal assombrado" pois ali caem muitos raios e ocasionalmente o boitatá aparece (fogo-fátuo). Abaixo do maciço rochoso se encontra um lençol de óleo e abaixo dele um rio subterrâneo cuja água é fonte de um poço artesiano. É com esta água pura e de alto teor energético que as essências foram preparadas.

Essências:

Orquideas:

Orquídea Amarela
Orquídea Ciclâmen
Orquídea Magenta
Orquídea Feminina
Orquídea Masculina
Orquídea Hieròs Gámos
Orquídea Morena
Orquídea Violeta

Flores:

Ãhinahina
Bromélia Rosa
Butiá
Corrupio Amarelo
Pérola do Lago
Rede
A Senhora dos Mistérios.

Essências Minerais:

Cianita
Crisoprásio
Labradorita
Nebula Stone.

Assistência aos Animais:

Cathedral do Arco-Íris
Chrysanthemum Stone
Égua da Cruz
Fluva
Larimar
Mabidiana
Sonho de Amor.

Essências Ambientais:

Cerro
Enseada dos Golfinhos
Praia do Leão
Senhora dos Ventos
Teia de Brumas.

Essências Compostas:

Cornucópia
Phoenix
Teia de Luz
Terra do Nunca

Óleo para Massagem

Toque de Cura
Toque de Sedução

PARA RESPIRAR LIVREMENTE:


Pneuma


SPRAY AMBIENTAL:



Cornucópia Ambiental
Teia de Luz Ambiental


terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Florais Parte 2

Os Florais de Bach

Quando nos sentimos bem, realizados e felizes, estamos em equilíbrio com tudo e conseguimos transmitir aos nossos familiares e amigos somente bons fluidos.
Porém, com os acontecimentos da vida, às vezes precisamos de um pouco de ajuda para alcançarmos este equilíbrio e seguirmos em frente. É nesse momento que os Florais de Bach podem ajudá-lo.
Criados por um médico inglês nos anos 30, os Florais de Bach são 38 essências de plantas e florais que podem ajudá-lo a administrar as pressões emocionais do dia-a-dia. Cada floral é indicado a uma emoção específica. Pode ser tomando individualmente ou misturado de acordo com o que estiver sentindo.
Pesquisas recentes sobre as emoções e o sistema imunológico reforçam o ponto de vista de que a saúde emocional e a saúde física estão relacionadas.
Cada vez mais, peritos médicos concordam que uma mente saudável garante realmente um corpo saudável. Os Florais de Bach podem ajudá-lo a controlar os seus sentimentos e aproveitar melhor a vida.

Florais de Bach

§  Desânimo – Larch; Elm; Pine; Star of Bethlehem; Willow; Sweet Chestnut; Crab Apple; Oak
§  Desespero – Rescue; Larch; Elm; Pine; Star of Bethlehem; Willow; Sweet Chestnut; Crab Apple; Oak
§  Falta de Interesse -  Clematis; Chestnut Bud; Honeysuckle; Mustard; Olive; Wild Rose; White Chestnut
§  Insegurança e Incerteza – Cerato; gentian; Gorse; Horbean; Scleranthus; Wild Oat
§  Medo – Rock Rose; Mimulus; Cherry Plum; Aspen; Red Chestnut
§  Preocupação Excessiva com outros – Beech; Chicory;Rock Water; Vervain; Vine
§  Solidão – Heather; Impatiens; Water Violet
§  Suscetibilidade a idéias e influências alheias – Agrimony; Centaury; Holly Walnut
§  Indicado para situações em geral; Pânico; Choque Emocional; exames; vestibular; entrevistas : Rescue Remedy


sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

A Terapia Floral

Atualmente, esta modalidade de tratamento encontra-se difundida em todo o mundo e recebe o aval da Organização Mundial da Saúde (OMS) que assim se pronuncia: "Cada remédio trata uma determinada pessoa e uma condição particular. O uso de todos esses remédios (florais) está amplamente distribuído pelo mundo em pequena escala. Eles são excelentes para o
 auto-cuidado, sendo totalmente sem efeitos colaterais e não oferecem perigo caso um remédio errado sej prescrito". (H.A.W. Forbes, Selected Individual Therapies;em Barneman et al., Tradicional Medicine and Health Care Coverage, World Health Organization - WHO, 1983).
A OMS reconhece os florais como uma terapia complementar. Os florais não são legalmente considerados medicamentos! Eles não substituem, em hipótese nenhuma, as indicações e o tratamento médico. Em caso de persistência de sintomas físicos procure o seu médico, e em casos de distúrbios psicológicos, procure seu psicólogo. Os florais são uma espécie de complemento alimentar, uma bebida saudável, para ser tomada em poucas gotinhas, que têm se mostrado eficazes na manutenção de uma melhor qualidade de vida.
Os florais não apresentam contra-indicações, efeitos colaterais ou interações medicamentosas com produtos alopáticos, homeopáticos ou com outras substâncias, alimentos ou bebidas.

Existem vários sistemas de Florais: Florais de Bach; Florais de Minas, Florais de Saint Germain entre outros.